A medida do bem-estar subjetivo em jovens fisicamente ativos e não ativos.

  • Nilton S. Formiga Universidade Federal da Paraíba. http://orcid.org/0000-0003-4907-9736
  • María de Fátima M. Maia Universidade Estadual de Montes Claros.
  • Gislane F. Melo Universidade Católica de Brasília. http://orcid.org/0000-0003-3551-5963
  • Thatiana M. Tolentino Universidade Estadual de Montes Claros.
  • María Christina Soares Gomes Universidade Católica de Brasília.
Palabras clave: Atividades físicas, bem-estar, jovens, Physical activities, well-being, adolescents,

Resumen

Introdução: A dinâmica tecnológica e social na sociedade sugere as inúmeras áreas da ciência um desenvolvimento de recursos humanos para que as pessoas tenham longevidade e qualidade de vida e busquem um bem-estar em suas vidas. Com isso, o bem-estar é destaque nas pesquisas sobre a realização e frequencia da atividade física no cotidiano da saúde daspessoas. Objetivo: verificar a estrutura fatorial da escala de bem-estar subjetivo (MUNSH) em adolescentes  brasileiros ativos e nao ativos fisicamente. Método: Participaram 1864 adolescentes de 12 a 20 anos de idade, residentes em uma no norte do estado de Minas Gerais – Brasil. Estes responderam o inventário de bem estar subjetivo, questões referentes a prática e freqüência de atividade física e sócio-demografia. Resultados: Através de uma análise fatorial confirmatória, no pacote estatístico AMOS, a estrutura fatorial da escala revelou indicadores psicométricos que estiveram próximos aos exigidos pela literatura estatística sobre modelagem estrutural. Conclusão: MUNNSH evidencia uma excelente robustez na fatorialidade para os jovens que fazem atividades físicas e tem maior freqüência semanal nas atividades. Modern society’s technological and social dynamics have brought with them a need in many scientific areas for research on personal development so that as people live longer, they may do so with better quality of life. One factor of well-being which has received much attention is the impact of physical activity and the frequency thereof on people’s daily lives. The objective of the current study is therefore to determine the factorial structure of the Memorial University of Newfoundland Scale of Happiness (MUNSH) in physically active and non-active Brazilian adolescents. Subjects were 1864 adolescents between the ages of 12 and 30. All resided in the northern state of Minas Gerais, Brazil. They answered the subjective well-being inventory which included questions regarding the practice and frequency of physical activity and socio-demographic data. These data were analyzed by a confirmatory factor analysis using the statistical software package AMOS. The analysis found that the adjustment indicators of the factorial structure of the scale were similar to those applied in the structural modeling literature. The conclusion is that MUNSH demonstrates robustness of the factorial structure in adolescents who engage in physical activity and those who do so with greater frequency per week.

Biografía del autor

Nilton S. Formiga, Universidade Federal da Paraíba.
Doutor em Psicologia Social pela Universidade Federal da Paraíba. Atualmente é professor do curso de Psicologia na Faculdade Mauricio de Nassau.
María de Fátima M. Maia, Universidade Estadual de Montes Claros.
Grupo Integrado de Pesquisa em Psicologia do Esporte, Exercício e Saúde, Saúde Ocupacional e Mídia – GIPESOM. Montes Claros, Minas Gerais.
Thatiana M. Tolentino, Universidade Estadual de Montes Claros.
Grupo Integrado de Pesquisa em Psicologia do Esporte, Exercício e Saúde, Saúde Ocupacional e Mídia.
María Christina Soares Gomes, Universidade Católica de Brasília.
Alunas da pós-graduação educação física e gerontologia, Bolsista CAPES/PROSUP.

Citas

Adelman, H. S., Taylor, L., &, Nelson, P. (1989). Minors' dissatisfaction with their life circumstances. Child Psychiatry and Human Development, 20 (2), 135-147.

Albuquerque, A., &, Tróccoli, B. (2004). Desenvolvimento de uma escala de bemestar subjetivo. Psicologia: Teoria e Pesquisa. 20 (2): 153-164.

Andrews, F. &, Robison, J. (1991), Measures of Personality and Social Psychological Attitudes. San Diego: Academic Press. (pp. 61-114).

Andrews, F. &, Whitney. S. (1976). Social indicators of Well-Being. New York: Plenum Press.

Bilich, F.; Silva, R. &, Ramos. P. (2006). Análise de flexibilidade em economia da informação: modelagem de equações estruturais. Revista de Gestão da Tecnologia e Sistemas de Informação, 3(2), 93-122.

Byrne, B. M. (1989). A primer of LISREL: Basic applications and programming for confirmatory factor analytic models. New York: Springer-Verlag.

Bradburn, N. (1969). The structure of psychological well-being. Chicago: Aldine Publishing.

Campbell, A., Converge, P., e Rodgers, W. (1976). The quality of American life. New York: Russell Stage Foundation.

Dela Coleta, J. &, Dela Coleta, M. (2006). Felicidade, bem-estar subjetivo e comportamento acadêmico de estudantes universitários. Psicologia estudos. Sept./Dec. 11 (3): p.533-539. ISSN 1413-7372.

Diener, E. (1984). Subjective Well-Being. Psychological Bulletin. 95: 542-575.

Diener, E. &, Diener, C. (1996). Most people are happy. Psychological Science, 7: 181-185.

Diener, E., Emmons, R., Larsen, R. &, Griffin, S. (1985). The satisfaction with life scale. Journal of Personality Assessment. 49, 71-75.

Diener, E. & Lucas, R.F. (2000). Subjective emotional well-being. In M. Lewis & J.M. Haviland (Orgs.). Handbook of Emotions (pp. 325-337). New York: Guilford.

Diener, E.; Oishi, S. &, Lucas, R. E. (2003). Personality, culture and Subjective WellBeing: emotional and cognitive evaluations of life. Annual Review of Psychology, 54, 403-425.

Diener, E., Suh, E., Lucas, R. e Smith, H. (1999). Subjective well-being: Three decades of progress. Psychological Bulletin. 125: 276-302.

Diener, E., Suh, E. &, Oishi, S. (1997). Recent findings on subjective well-being. Indian Journal of Clinical Psychology. 24 (1): 25-41.

Cantril, H. (1967). The pattern of human concerns. New Brunswick, NJ: Rutgers Univ. Press.

Fazio, A. F. (1977). A concurrent validational study of the NCHS general well-being schedule. Hyattsville, MD: National Center for Health Statistics.

Ferraz, R., Tavares, H. &, Zilberm, M. (2007). Felicidade: uma revisão. Revista Psiquiatria Clínica. 34 (5); 234-242.

Garson, G. D. (2003). PA 765 Statnotes: An online textbook. Endereço de página Web: http://www2.chass.ncsu.edu/garson/pa765/statnote.htm (consultado dia 29 de outubro de 2009).

Glatzer, W. (1987). Subjective Well-Being: components of well-being.Social Indicators Research, 19, 25-38.

Giacomoni, C. &, Hutz, C. (1997). A mensuração do bem-estar subjetivo: escala de afeto positivo e negativo e escala de satisfação de vida [Resumos]. Em Sociedade Interamericana de Psicologia (Org.), Anais do XXVI Congresso Interamericano de Psicologia (p.313). São Paulo, SP: SIP.

Hair, J. F.; Anderson, R. E.; Tatham, R. L. &, Black, W. (2005). Análise Multivariada de Dados. Porto Alegre: Bookman.

Joreskög, K. &, Sörbom, D. (1989). LISREL 7 user's reference guide. Mooresville: Scientific Software.

Kammann, N. R. &, Flett, R. (1983). Affectometer 2: A scale to measure current level of general happiness. Australian Journal of Psychology, 35(2), 259–265.

Kahneman, D.; Diener, E. &, Schwarz, N. (Eds) (1999). Well-being: The foundations of hedonic psychology. New York: Russell Sage Foundation.

Kozma, A. &, Stones, M. J. (1980). The measurement of happiness: The development of the Memorial University of Newfoundland Scale of Happiness (MUNSH). Journal of Gerontology. 35: 906–912.

Kozma, A., Stones, M. J. &, Mcneil, J. K. (1991). Psychological well-being in later life. Butterworths: Toronto.

Lawrence, R. H., &, Liang, J. (1988). Structural integration of the Affect Balance Scale and the Life Satisfaction Index A: Race, sex, and age differences. Psychology and Aging, 3, 375-384.

Lucas, R. E., Diener, E. &, Suh, E. (1996). Discriminant validity of well-being measures. Journal of Personality and Social Psychology. 71: 616-628.

Maia, M. F. M. (2009). Bem-estar psicológico, depressão, auto-estima e índice de massa corporal em jovens adolescentes da cidade de montes claros, estado de Minas Gerais, Brasil. Tese (doutora) em ciências do desporto. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila Real, Portugal.

Muenjohn, N. &, Armstrong, A. (2007). Transformational Leadership: The Influence of Culture on the Leadership Behaviours of Expatriate Managers. International Journal of Business and Information, 2 (2), 265-283.

Novo, R. F. (2003). Para além da Eudaimonia: O bem-estar psicológico em mulheres na idade adulta avançada. Fundação Calouste Gulbenkian e Fundação Para a Ciência e a Tecnologia: Coimbra.

Prebianchi, H. (2003). Medidas de qualidade de vida para crianças: Aspectos conceituais e metodológicos. Psicologia: Teoria e Prática, 5 (1): 57-69.

Siqueira, M., Martins M. &, Moura, O. (1999). Construção e validação fatorial da EAPN: Escala de ânimo positivo e negativo. Revista da Sociedade de Psicologia do Triângulo Mineiro. 2 (3): 34-40.

Siqueira, M. M. M., Gomide Jr, S. &, Freire, S. A. (1996). Construção e validação de uma Escala de Satisfação Geral com a Vida (ESGV). Manuscrito não publicado, Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia.

Tabachnick, B. G. &, Fidell, L. S. (1996). Using multivariate statistics. Needham Heights, MA: Allyn & Bacon.

Triandis, H.C. (1995). Individualism and collectivism. Boulder, CO: Westview Press.

Trianis, H. C. et all. (1993). An etic-emic analysis of individualism and collectivims. Journal of cross-cultural psychology, 24 (3), 366-383.

Van De Vijver, F. &, Leung, K. (1997). Methods and data analysis for cross-cultural research. Thousand Oaks, CA: Sage Publications.

Watson, D., Clark, L., &, Tellegen, A. (1988). Development and validation of brief measures of positive and negative affect: The PANAS scales. Journal of Personality and Social Psychology, 54(6), 1063-1070.
Publicado
2016-11-29
Cómo citar
Formiga, N., Maia, M. de, Melo, G., Tolentino, T., & Soares Gomes, M. (2016). A medida do bem-estar subjetivo em jovens fisicamente ativos e não ativos. Salud & Sociedad, 5(1), 54-64. https://doi.org/10.22199/S07187475.2014.0001.00003
Sección
Artículos